É um momento em que as artes manifestam um projeto de síntese e interdisciplinaridade bastante impactante, em que as Belas Artes não são consideradas como elementos independentes.
A natureza era vista como a criação máxima de Deus, o elemento mais próximo da perfeição (atingindo o ideal procurado pela estética clássica). Assim, a busca de inspiração nas formas da natureza, tal qual propõe o clássico, não só se justifica, como passa a ser um valor em si mesmo.
Na pintura renascentista há o domínio do homem sobre sua obra (antropometria), com racionalismo, ordem, disciplina, objetivismo, erudição, ideal de beleza e autocontrole. O mundo é representado através da matemática e da geometria.
O pintor passa a assinar sua obra (eliminando-se o anonimato medieval).
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